Redação Escrybe – Blog Escrybe https://escrybe.com.br/blog Experiências que Aproximam Fri, 06 Feb 2026 23:59:03 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.3 https://escrybe.com.br/blog/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon-32x32.png Redação Escrybe – Blog Escrybe https://escrybe.com.br/blog 32 32 Saiba como enviar notificação extrajudicial online em 2026 https://escrybe.com.br/blog/como-enviar-notificacao-extrajudicial-online-brasil-cartorio-e-cartorio-e-notariado-carta-registrada-ar-email-validade/ Fri, 06 Feb 2026 23:58:51 +0000 https://escrybe.com.br/blog/?p=326 Com os avanços digitais, me deparei com uma dúvida recorrente entre advogados e empresas: como enviar notificação extrajudicial online no Brasil de modo prático, seguro e reconhecido juridicamente? Entender as opções disponíveis, da carta registrada ao e-mail com validade jurídica, incluindo as novidades do e-Cartório e e-Notariado, pode ser a diferença entre perder tempo e garantir agilidade e segurança na comunicação.

O que é uma notificação extrajudicial e quando usar?

De forma simples, a notificação extrajudicial é o documento enviado para formalizar cobranças, notificações, intimações ou avisos, geralmente para tentar resolver um conflito antes da Justiça. Já escrevi sobre como ela pode ser eficaz na solução de disputas, especialmente se for válida em termos legais e fácil de comprovar.

Caminhos tradicionais e eletrônicos: opções disponíveis hoje

Quando comecei a estudar sobre os métodos para envio, encontrei algumas alternativas principais:

  • Cartórios de Títulos e Documentos (presenciais e eletrônicos)
  • Soluções online de e-Notariado e e-Cartório
  • Carta registrada com Aviso de Recebimento (AR) via Correios
  • Envio de notificação extrajudicial por e-mail certificado
  • Ferramentas modernas como a Escrybe, que unem e-mail registrado, automação e gerenciamento de documentos

A escolha depende do grau de agilidade esperado, do preço que se está disposto a investir e, principalmente, da garantia de validade jurídica. O envio pela Internet pode ser muito mais simples e rápido do que muitos imaginam em 2026.

Como funciona o envio por cartório físico e eletrônico?

Ainda é comum recorrer ao cartório de títulos e documentos para notificar uma parte pela via tradicional. É feito assim:

  1. Você leva ou envia o documento ao cartório presencialmente ou, em cidades atendidas, acessa o portal eletrônico (e-td).
  2. O cartório registra, expede por AR (Aviso de Recebimento) e retorna comprovantes dessa entrega.
  3. Para as versões online, o envio é feito por upload do documento e pagamento pelo próprio site do cartório conveniado.

Em 2026, muitos cartórios já contam com o sistema unificado do e-Notariado, que interliga cartórios de notas. Com o certificado digital, é possível enviar notificações extrajudiciais eletrônicas com validade reconhecida nacionalmente. Mas nem sempre o procedimento é rápido, além do custo, que permanece elevado quando comparado a soluções digitais privadas.

Visão superior de mãos usando laptop e carta impressa ao lado Carta registrada com AR e o que muda em 2026

Eu já acompanhei muitos casos em que a carta registrada foi a solução escolhida para enviar notificação extrajudicial por ser tradicional, barata e de fácil compreensão pelo destinatário. Optar por carta com Aviso de Recebimento (AR) dos Correios ainda é válido, pois o AR serve como prova de recebimento, porém existem limitações:

  • Prazos mais longos para entrega e retorno do AR assinado
  • Necessidade de organização manual dos comprovantes, o que gera risco de perda
  • Em casos de destinatário ausente, dúvidas sobre real recebimento

Se a dúvida for como comprovar o envio e recebimento, a carta registrada continua válida. Porém, o risco de atrasos ou de perda de documentos tem levado muitos profissionais a preferirem soluções digitais.

E-mail registrado: avanço digital e validade jurídica

O envio de notificações extrajudiciais por e-mail certificado ganhou força principalmente após decisões do STJ (Superior Tribunal de Justiça), reconhecendo que o e-mail pode ter o mesmo valor legal da carta registrada caso sua entrega, leitura e autenticidade sejam comprovadas com laudo técnico.

O e-mail pode ser tão confiável quanto o AR quando acompanhado do laudo técnico.

No Escrybe, percebi como o processo foi facilitado: envio automatizado para múltiplos destinatários, integração com Google Docs, importação de planilhas e, principalmente, documento técnico detalhando cada etapa (envio, entrega e abertura). Isso garante segurança jurídica, economia e muita agilidade. Ao contrário de outras plataformas, o laudo técnico emitido pelo Escrybe detalha e atesta cada momento da comunicação, do envio à abertura do e-mail.

Gestão pós-envio: AR, armazenamento e Virtual Box

Muitos colegas advogados reclamam da dificuldade de organizar os ARs assinados, necessários como prova para audiências futuras. Se você já enfrentou o desafio de guardar uma pilha de comprovantes físicos, sabe do que estou falando.

Com o Virtual Box da Escrybe, experimentei a praticidade de não precisar me preocupar com armazenagem, digitalização ou busca manual de registros antigos. Todo o histórico das correspondências enviadas pela Escrybe fica disponível, seguro e digitalizado, pronto para ser acessado em segundos. Para quem quer saber mais sobre a importância dessa organização, escrevi um artigo sobre organização do envio de cartas e documentos.

Comparando alternativas e segurança jurídica

Outras plataformas até oferecem notificações eletrônicas mas, na minha avaliação, costumam pecar no suporte técnico ou não atendem de forma tão descomplicada advogados e empresas de todos os portes. A Escrybe tem diferenciais claros:

  • Agilidade com envio automático de e-mails e cartas físicas
  • Laudo técnico detalhado para cada comunicação, respaldado por ferramentas modernas
  • Gestão e digitalização de ARs e documentos pelo Virtual Box
  • Atendimento pensado para o público jurídico e empresarial

Vi que, para quem deseja saber mais sobre o peso da notificação extrajudicial na solução de conflitos, há bons conteúdos sobre o tema: como notificações extrajudiciais são ferramentas eficazes.

Passo a passo: como enviar online sem complicação

Em minha experiência, este é o roteiro mais prático para enviar uma notificação extrajudicial online em 2026:

  1. Escolher o canal: cartório eletrônico (e-td, e-Cartório, e-Notariado), carta registrada AR, ou e-mail registrado pelo Escrybe
  2. Preencher ou importar os dados do destinatário (nome, endereço, e-mail)
  3. Elaborar o texto da notificação/exportar de um modelo pronto
  4. Anexar os documentos necessários
  5. Solicitar o envio e acompanhar o status (com laudo técnico e AR digitalizados, no caso do Escrybe)

Se a automação for prioridade, a Escrybe se destaca. Automatizar o envio de cartas e telegramas nunca foi tão fácil, reduzindo erros e liberando tempo do advogado ou gestor.

Considerações finais: por que confiar na solução mais ágil do mercado?

Vi que o futuro do envio de notificações extrajudiciais é online. Seja por carta registrada, e-mail certificado ou plataformas como Escrybe, o que faz diferença é a segurança jurídica, rapidez e facilidade de gestão dos documentos.

Cada vez mais, advogados e empresas buscam soluções que unem economia e confiabilidade, e é nesse ponto que acredito que o Escrybe se mostra superior.

Pronto para transformar a maneira como você envia notificações extrajudiciais? Experimente a Escrybe, conheça nossos serviços e torne sua rotina jurídica muito mais tranquila e eficiente.

]]>
Notificação via WhatsApp: O que diz a jurisprudência para 2026? https://escrybe.com.br/blog/notificacao-via-whatsapp-jurisprudencia-2026/ Wed, 28 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://escrybe.com.br/blog/?p=324 Quando penso em comunicação jurídica, logo me recordo das dúvidas recorrentes de colegas advogados sobre o uso de novas tecnologias: afinal, será que enviar notificações via WhatsApp já pode ser considerado algo seguro e juridicamente válido no Brasil? Em 2026, essa é uma pergunta ainda mais presente, já que o digital virou regra e a busca por rapidez aumentou em todos os setores, inclusive no meio jurídico.

O avanço do WhatsApp nas notificações jurídicas

A realidade é que o WhatsApp se tornou uma ferramenta dominante de comunicação, e os tribunais brasileiros começaram a analisar, nos últimos anos, casos em que notificações foram feitas por esse meio. Mas o que diz a jurisprudência mais recente e qual direção podemos esperar para 2026?

No meu cotidiano, assisti a decisões judiciais aceitando mensagens do WhatsApp como válidas, especialmente quando há prova de envio, recebimento e resposta. Alguns juízes destacam a praticidade e o acesso imediato. No entanto, também vi situações em que simples prints de tela não bastaram para afastar dúvidas ou contestação. Isso deixa claro um ponto:

Só há segurança jurídica quando se consegue comprovar o conteúdo, a autoria, o recebimento e eventualmente a leitura.

Muitos tribunais continuam exigindo robustez na comprovação. Já existiram negativas à validade quando não ficou claro quem era realmente o destinatário do número utilizado ou quando houve suspeita de manipulação das provas.

O que a jurisprudência indica para 2026?

Com base nas decisões recentes e na evolução das normas, percebo que as tendências para 2026 apontam para três requisitos principais:

  • Identificação segura do destinatário;
  • Garantia de integridade das mensagens;
  • Comprovação técnica e detalhada de envio, entrega e leitura.

Em alguns julgados, começando já em 2023, as cortes deram preferência para notificações feitas por serviços que emitem laudos técnicos ou registros completos do processo, algo que plataformas sérias, como a Escrybe, já oferecem para o envio de cartas, telegramas e até e-mail registrado.

Principais pontos analisados pelos tribunais

A partir da minha análise de centenas de decisões recentes, identifiquei que a aceitação judicial do WhatsApp segue alguns pontos:

  • Confirmação de que o número pertence ao destinatário. Não basta saber o nome na agenda. Se possível, usar dados oficiais ou atualização pelo cartório;
  • Registro seguro da conversa. Prints têm sido cada vez menos aceitos. Preferem-se laudos técnicos emitidos por plataformas que registram metadados e garantem a integridade da comunicação;
  • Comprovação da leitura da mensagem. O tique azul ajuda, mas não é prova absoluta. Para a Justiça, é importante juntar ao processo um relatório técnico gerado automaticamente, detalhando datas e horários, de forma imutável.

Nesse cenário, vejo clientes buscando serviços com integração e suporte jurídico, para garantir tranquilidade caso o destinatário alegue desconhecimento do aviso enviado.

WhatsApp versus outros meios: o que é mais seguro?

Em comparação com carta registrada, telegrama ou email registrado, o WhatsApp está em estágio de transição. E aqui preciso destacar algo importante, especialmente pela minha atuação acompanhando avanços do setor:

Apesar da crescente aceitação, a notificação via WhatsApp ainda não alcançou o mesmo grau de robustez do e-mail registrado, das cartas e telegramas enviados por plataformas confiáveis, como a Escrybe.

No caso do e-mail registrado, por exemplo, a Escrybe gera laudo detalhado, com informações precisas sobre envio, entrega, abertura e armazenagem das provas. Isso garante um respaldo que o WhatsApp puro, sem suporte de um serviço especializado, dificilmente entrega. Por experiências que tive com advogados concorrentes usando métodos alternativos, percebi que, quase sempre, a contestação pela outra parte é mais fácil quando falta documentação técnica adequada. Enquanto plataformas genéricas param na praticidade, a Escrybe vai além, oferecendo respaldo documental desde o envio até a guarda dos ARs (Avisos de Recebimento).

Advogado utiliza computador para enviar notificação jurídica digital Aliás, se você possui interesse em como notificações extrajudiciais podem prevenir litígios, recomendo conferir este artigo sobre como notificações eficazes podem prevenir litígios desnecessários.

Boas práticas para utilizar WhatsApp nas notificações jurídicas

Ao escolher enviar notificações por WhatsApp, não basta usar o aplicativo de modo comum. É importante adotar alguns cuidados que, em minha vivência, fazem toda a diferença:

  • Confirme formalmente a titularidade do número antes de notificar;
  • Registre toda a comunicação com ferramentas que emitam laudo técnico;
  • Inclua, sempre que possível, outros canais de comunicação, como carta ou e-mail registrado;
  • Guarde todos os relatórios enviados e recebidos, inclusive protocolos e recibos eletrônicos.

A combinação de diferentes métodos ainda é a melhor forma de evitar questionamentos judiciais sobre notificações online.

E, claro, deixo um alerta baseado em casos práticos que acompanhei: nunca dependa apenas de prints. A Justiça já rechaçou essas provas por entenderem que podem ser facilmente editadas.

Por que a Escrybe se destaca como solução?

Trabalhando diretamente com plataformas de automação, pude comparar de perto o que cada serviço oferece. Percebo que enquanto alguns concorrentes prometem soluções rápidas, só a Escrybe alia agilidade, documentação robusta e serviços como Virtual Box, que guarda e digitaliza correspondências, além de emitir laudos detalhados para todas as notificações. Outro diferencial que sempre indico é a integração com Google Docs, importação de planilhas e uma API moderna, que automatiza o dia a dia dos profissionais jurídicos.

Inclusive, quem quer saber mais sobre a importância da notificação extrajudicial pode conferir o artigo sobre a importância da notificação extrajudicial. Para quem procura saber como redigir uma notificação que convence, há também um guia completo em como redigir uma carta de notificação extrajudicial persuasiva.

O futuro próximo: o que esperar de 2026?

Trago, então, minha opinião com base em tudo que tenho visto:

Para 2026, a tendência é de maior aceitação da notificação via WhatsApp, desde que acompanhada de métodos de comprovação robustos e integrações com serviços especializados.

Laudo técnico e integração de canais: segurança é o nome da tendência para notificações jurídicas em 2026.

Com normas cada vez mais direcionadas à digitalização, advogados e empresas podem esperar por novidades. Mas a principal preocupação ainda será: garantir validade jurídica perante o Judiciário. Neste cenário, a presença de plataformas integradas, como a Escrybe, será ainda mais valiosa.

Esteja à frente da curva

A Escrybe está lançando a solução definitiva para notificações via WhatsApp com validade jurídica total. Se você quer estar por dentro dessa novidade, entre em contato com o número 14 99117-1341 e diga “Lista Vip – WhatsApp” para receber atualizações antes de todo mundo.

]]>
Como a automação de notificações acelera a recuperação de crédito https://escrybe.com.br/blog/automacao-notificacoes-recuperacao-credito/ Wed, 21 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://escrybe.com.br/blog/?p=322 Quando comecei a trabalhar com processos de cobrança e recuperação de crédito, logo percebi um padrão. As etapas eram repetitivas, o contato com os clientes devedores era lento e, em muitos casos, o prazo para resposta se alongava demais. Foi nesse contexto que passei a estudar como a automação de notificações poderia mudar esse cenário. Hoje, entendo que automatizar é mais que uma tendência: é necessidade para quem deseja agilidade e melhores resultados.

Por que a recuperação de crédito ainda é lenta?

Muitos advogados e empresas compartilham da mesma frustração: tentativas de notificação que não chegam ao destino, falhas na comprovação de envio, alto custo operacional e a dependência de processos manuais. No meio jurídico, a credibilidade da comunicação e a velocidade contam muito.

  • Diversidade de canais de contato, nem sempre padronizados
  • Falta de integração entre sistemas
  • Dependência de documentos físicos e postagem manual
  • Controle deficiente de prazos

No passado, perdi prazos importantes simplesmente por confiar demais no fluxo manual e em controles em planilhas. Não é raro, até hoje, escutar histórias de correspondências extraviadas ou notificações sem comprovação jurídica.

Como a automação transforma a recuperação de crédito

Um dos grandes avanços deste cenário foi a chegada de plataformas como a Escrybe. Com automação, é possível garantir agilidade, segurança jurídica e redução de custos ao longo do processo de cobrança e recuperação de créditos. Isso transforma não só os resultados financeiros, mas a confiança do profissional na segurança do seu trabalho.

Veja alguns pontos que, na minha experiência, fazem toda diferença:

  1. Padronização: Todas as mensagens seguem modelos adequados, autorizados juridicamente e personalizáveis. Nunca mais precisei copiar e colar dezenas de vezes ou me preocupar com pequenos detalhes legais esquecidos por erro humano.
  2. Envio em massa: A plataforma permite importar bases inteiras ou conectar com o Google Docs, agilizando inclusive para quem tem centenas de notificações a fazer de uma vez só.
  3. Prova de envio e recepção: Cada notificação gera laudo técnico validando envio, recebimento e leitura, o que simplifica o trabalho do advogado quando precisa apresentar provas em processos.
  4. Redução de retrabalho: Não há reenvios ou buscas manuais por cartas extraviadas, já que o sistema monitora automaticamente.

O envio de cartas e telegramas via internet mudou minha rotina e permitiu redirecionar meu tempo para estratégias, não para rotinas operacionais.

Nova era: e-mail registrado e caixa virtual

Sempre pontuei que o maior desafio não está apenas no envio, mas em comprovar o cumprimento de prazos e garantir que o destinatário realmente recebeu a mensagem. O e-mail registrado da Escrybe chegou para resolver exatamente essa questão.

E-mail registrado tem validade jurídica, comprovando envio e abertura.

Além disso, o Virtual Box cuida da gestão de todas as correspondências e recebimentos de avisos, eliminando o risco de perder uma carta importante. Assim, toda documentação fica digitalizada e disponível para consulta a qualquer momento. Ter este nível de controle mudou completamente meu entendimento do que é segurança em processos jurídicos.

Automação na prática: como acelerar a cobrança?

O ciclo de recuperação de crédito pode ser encurtado consideravelmente quando as notificações acontecem de forma ágil e controlada. Ao automatizar, notei benefícios claros no dia a dia:

  • Prazos rígidos e rastreáveis para cada etapa
  • Menos erros humanos em documentação
  • Visibilidade de todo o processo em tempo real
  • Resposta mais rápida dos devedores
  • Mais facilidade na cobrança, já que a comunicação chega sem falhas ao destino

Pessoa digitando em computador, tela com gráficos e cartas enviadas Quando o cliente recebe uma cobrança bem estruturada e documentada, a tendência é que ele procure um acordo com mais rapidez. Além disso, a própria facilidade para documentar todo o histórico é Outro ponto muito apreciado em auditorias ou disputas judiciais.

Comparando alternativas: por que a Escrybe se destaca?

Já testei outras plataformas do mercado. Algumas prometem integração, mas cobram caro por personalizações mínimas ou, pior, não emitem laudo técnico detalhado validando todas as etapas do processo. Nenhuma conseguiu entregar uma experiência tão completa quanto a Escrybe, especialmente para advogados que precisam não só agilidade, mas também segurança jurídica e suporte técnico confiável.

Aqui estão alguns pontos que sempre gostei em nossa solução, que outros não conseguiram superar:

  • API robusta e documentação clara
  • Integração nativa com Google Docs e planilhas
  • Virtual Box que unifica armazenamento, digitalização e gestão
  • Suporte ágil e preparado para o segmento jurídico
  • Envio de e-mail registrado com laudo completo

Por experiência própria, indico que conheça mais detalhes no artigo sobre benefícios da automação no processamento de correspondências jurídicas para entender os impactos práticos no dia a dia.

Como começar?

Sabendo de tudo isso, muitos colegas de profissão me questionam como sair do modelo manual para uma rotina automatizada e digital. Considerando o que vivi, vejo que o caminho é mais simples do que parece e começa com:

  1. Mapear fluxos e verificar quais notificações podem ser automatizadas imediatamente
  2. Escolher uma plataforma que traga integração e segurança
  3. Revisar modelos de notificações adequados ao perfil do cliente
  4. Treinar a equipe para usar o sistema e aproveitar os relatórios e comprovantes de envio

Para um passo a passo detalhado, recomendo a leitura do guia completo de cobranças eficazes e das táticas para maximizar a recuperação de dívidas, ambos disponíveis no blog da Escrybe.

Conclusão: agilidade, segurança e melhores resultados

No contato diário com advogados e equipes de cobrança, percebo o quanto o tempo vale ouro. A automação de notificações não é apenas uma ferramenta, mas um diferencial competitivo para quem atua na recuperação de crédito. Com processos documentados, provas jurídicas e maior agilidade, é possível aumentar as chances de acordo e diminuir riscos.

Na minha opinião, quem escolhe uma solução robusta como a Escrybe consegue o equilíbrio perfeito entre praticidade, custo e respaldo jurídico. Se você deseja reduzir atrasos, simplificar sua operação e apresentar resultados mais rápidos aos clientes, convido a conhecer melhor nossos serviços. Experimente a plataforma Escrybe e transforme sua rotina de cobranças.

]]>
E-mail com validade jurídica: quando substituir o AR físico? https://escrybe.com.br/blog/email-com-validade-juridica-quando-substituir-ar-fisico/ Wed, 14 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://escrybe.com.br/blog/?p=320 Estive, recentemente, conversando com colegas advogados e advogadas sobre um tema que sempre volta à tona: será que já é seguro e confiável trocar de vez o tradicional Aviso de Recebimento (AR) físico pelo e-mail com validade jurídica? Eu já vivi casos de incerteza, dúvidas, e sei que todo profissional sente um misto de ansiedade e curiosidade sobre esse avanço.

O que é, de fato, um e-mail com validade jurídica?

Antes de qualquer coisa, quero deixar claro o conceito. O e-mail com validade jurídica é uma mensagem eletrônica registrada, cuja entrega, leitura e teor são certificadas, garantindo autenticidade e integridade perante a lei. Ou seja, não se trata apenas de um e-mail enviado normalmente: estamos falando de um serviço que gera laudos técnicos, com todas as informações necessárias para comprovar o envio, o recebimento, e até a abertura da comunicação.

Esse tipo de serviço já está bem consolidado em plataformas como a Escrybe, especializada em automatizar a comunicação formal, inclusive para advogados(as), empresas e profissionais que lidam com notificações ou cobranças recorrentes.

Quando o e-mail pode substituir o AR físico?

Em minha experiência, o e-mail registrado é mais vantajoso do que o AR físico em diversas situações. O fundamental é entender em que cenários isso é juridicamente seguro e aceito.

  • Quando a legislação e o foro permitem a comunicação eletrônica formal;
  • Quando a parte destinatária está obrigada ou previamente aceita receber notificações por meio eletrônico;
  • Quando o serviço utilizado garante autenticação, rastreio e gera laudo técnico sobre o envio e recebimento, como faz a Escrybe;
  • Em notificações extrajudiciais, cobranças, avisos e comunicações contratuais, desde que comprovável juridicamente;
  • Quando agilidade, redução de custos e facilidade de gestão fazem diferença.

Em resumo: não é para qualquer situação. Mensagens informais ou serviços simples de e-mail não garantem respaldo. O uso seguro depende da escolha do fornecedor e de analisar a necessidade legal de cada caso.

Para quem deseja compreender mais detalhes sobre os requisitos técnicos e jurídicos, recomendo a leitura de um texto detalhado no blog da própria Escrybe sobre validade jurídica de e-mails registrados e certificação digital.

E o AR físico, ainda faz sentido?

Já defendi o uso do AR físico em muitos casos, especialmente quando se precisava de um documento palpável, assinado por alguém do correio, e aceito sem discussão pelos tribunais. Ainda hoje, há situações em que o AR físico é exigido ou preferível, principalmente quando o destinatário não tem acesso ao mundo digital ou quando a lei exige notificação postal expressa.

No entanto, percebo que as barreiras vão diminuindo. O e-mail registrado já é aceito em muitas varas judiciais, câmaras arbitrais e negócios extrajudiciais. Mas, vale repetir: tudo depende se há fé pública reconhecida e capacidade de comprovação.

Advogado analisando tela de computador com AR físico e e-mail registrado lado a lado Quais as principais vantagens do e-mail jurídico registrado?

Olhando para o cenário atual, vejo que o e-mail jurídico com laudo técnico ganha em diversos quesitos:

  • Rapidez praticamente instantânea no envio e confirmação de entrega;
  • Redução considerável de custos operacionais e de postagem;
  • Rastreamento detalhado, sabendo quando e quem abriu o e-mail;
  • Laudo técnico detalhado para apresentar em qualquer processo;
  • Integração com plataformas e sistemas jurídicos modernos, como Escrybe faz com Google Docs e APIs;
  • Menos papel, menos espaço físico ocupado e menos burocracia para arquivamento.

Quer agilidade, economia e total segurança? O e-mail registrado entrega tudo isso.

Enquanto alguns concorrentes oferecem soluções básicas ou mais restritas, a Escrybe se destaca ao permitir integração direta com processos já existentes do escritório, importação de dados e sistema de gestão de correspondências completo.

Quando o e-mail jurídico pode ser questionado?

Embora o cenário regulatório seja cada vez mais favorável ao uso do e-mail registrado, já vi casos onde advogados pouco atentos optaram por soluções sem laudo detalhado ou reconheceram problemas de autenticação. Por isso, só confie em plataformas que emitam documentos técnicos completos, aceitos como prova em juízo, desde a origem até o recebimento e a leitura da mensagem.

Outra situação delicada é quando o destinatário tenta alegar não ter recebido o e-mail. Nessas horas, só sistemas robustos e confiáveis eliminam dúvidas. Por isso valorizei tanto o serviço da Escrybe, que fornece o Virtual Box, cuidando da organização de todos os comprovantes, digitalizações e armazenamento.

Se você busca detalhes ainda mais técnicos e exemplos práticos, recomendo excelentes conteúdos sobre validação jurídica e comunicações por e-mails registrados e sobre segurança jurídica na comunicação por e-mail.

Notificações e cobranças: qual caminho seguir?

Muitos advogados usam notificações extrajudiciais como método rápido de resolver conflitos, cobrar dívidas ou pressionar para cumprimento contratual. O e-mail registrado pode ser uma excelente escolha nessas ocasiões, especialmente quando o destinatário não se opõe ao meio eletrônico. Em disputas mais sensíveis, ou com pessoas que evitam contato virtual, talvez o AR físico ainda seja a melhor saída. Essa análise deve ser personalizada caso a caso.

Quem quer explorar o potencial dessas notificações deve conferir um artigo sobre a importância da notificação extrajudicial e outro sobre resolução de conflitos através de notificações.

Conclusão: o futuro já é digital?

Na minha visão, já estamos prontos para migrar boa parte das comunicações jurídicas do AR físico para o e-mail registrado com validade jurídica. Plataformas como a Escrybe oferecem uma estrutura sólida, completa e muito ágil para esse tipo de transição.

Escolha eficiência, confiança e redução de custos. O digital não é tendência, é realidade.

Se você trabalha na área jurídica e ainda se sente inseguro sobre adotar essa evolução, recomendo que teste os serviços da Escrybe, veja de perto a praticidade e a garantia dos laudos que entregam segurança para você, seu escritório e seus clientes. Faça esse movimento e perceba a diferença na sua rotina profissional.

]]>
Dicas para transformar notificações em ganhos em 2026 https://escrybe.com.br/blog/dicas-para-transformar-notificacoes-em-ganhos-2026/ Wed, 07 Jan 2026 12:00:00 +0000 https://escrybe.com.br/blog/?p=318 Já faz alguns anos que eu acompanho de perto a evolução da comunicação jurídica no Brasil. O que antes parecia um ritual lento, imprimir, envelopar, colar selos e perder horas em filas dos correios, se transformou numa rotina ágil, digital e estratégica. Hoje, tudo isso pode ser feito em minutos, e é incrível perceber como a automação abriu portas para maximizar resultados. Por isso, quero compartilhar cinco dicas práticas para você transformar notificações em ganhos reais em 2026, com base no que tenho visto funcionar de verdade e na experiência de quem já usa a Escrybe todos os dias.

Entenda o potencial das notificações extrajudiciais

Muitos profissionais ainda enxergam a notificação extrajudicial apenas como uma obrigação burocrática. No entanto, agora, vejo cada vez mais advogados e empresas incorporando essa ferramenta como ponto central das estratégias de cobrança e prevenção de conflitos.

Notificações bem estruturadas são, além de um dever, um diferencial competitivo para escritórios e departamentos jurídicos. Ao aplicá-las no momento certo, com linguagem clara e documentação adequada, é possível evitar processos longos, diminuir inadimplência e garantir respostas rápidas.

No artigo sobre notificações como solução de disputas, há exemplos reais de redução de litígios e economia financeira. Essa transformação do simples aviso em ativo de negócio é a base para as próximas dicas.

Aposte em automação e envio em massa

Confesso que mudei de opinião sobre essa etapa quando conheci sistemas como a Escrybe. Antes, eu via a automação apenas como uma forma de ganhar tempo. Mas, ao longos dos anos, ficou claro que a automação do envio de notificações multiplica resultados e ainda reduz custos fixos, porque dispensa processos manuais e elimina retrabalho.

  • Importar listas completas do Excel para fazer envios em lote
  • Integrar com Google Docs e outros sistemas para gerar documentos automaticamente
  • Usar uma plataforma pensada para advogados ao invés de tentar adaptar sistemas genéricos

Já testei alguns concorrentes, mas a praticidade da Escrybe, com API, importação facilitada e documentos sempre organizados, tornou a rotina de muitos colegas de profissão muito mais simples. Assim, o advogado pode se concentrar no que de fato gera valor: fechar acordos, negociar e conquistar resultados.

Use notificações como instrumento de negociação

No início da carreira, fui orientado a tratar notificações apenas como passo obrigatório antes de iniciar um processo. Hoje, percebo que cada notificação pode ser o começo de uma negociação direta e lucrativa. O tom escolhido, a forma de apresentação e até o canal utilizado podem determinar o caminho da relação com o destinatário.

Notificações feitas por plataformas digitais, como a Escrybe, oferecem relatórios detalhados de envio, entrega e abertura (inclusive para e-mail registrado). Esses laudos, que possuem valor jurídico, ajudam no diálogo e aumentam a pressão para uma solução amigável. Se postar os documentos em papel era uma barreira, agora qualquer negociação de cobrança, rescisão ou renovação contratual pode ser iniciada com poucos cliques, e o acompanhamento é transparente.

Caso queira entender mais sobre essa etapa, recomendo a leitura sobre notificações para resolver conflitos de pagamento, onde trago alguns exemplos do uso estratégico desse tipo de comunicação.

Garanta validade jurídica e rastreabilidade

Aprendi, na prática, que não adianta nada emitir dezenas de notificações se não é possível comprovar envio e recebimento. Por isso, os serviços precisam ir além de um simples e-mail ou carta registrada padrão.

Validade jurídica e rastreabilidade são indispensáveis.

O e-mail registrado da Escrybe, que traz laudo técnico detalhado da entrega, leitura e todos os eventos, garante a documentação que pode ser usada no tribunal, e ainda tem valor legal semelhante ao tradicional telegrama. Esse recurso é pouco conhecido pelos escritórios, mas faz toda a diferença para evitar litígios e agilizar pagamentos.

Além disso, a Escrybe oferece o serviço Virtual Box, com gerenciamento digital, digitalização e armazenamento das correspondências e avisos de recebimento. Isso elimina a preocupação com pilhas de papéis e perdas de comprovantes.

Para quem ainda está se perguntando o porquê de tanta atenção ao tema, sugiro conferir este conteúdo sobre a importância da notificação extrajudicial.

Invista em prevenção e cultura de comunicação

Se tem algo que aprendi com clientes assíduos da Escrybe, é que uma política clara de comunicação previne desgastes. Escritórios que mantêm contato em dia, informam prazos e deixam notificações registradas tendem a evitar litígios desnecessários e surpresas jurídicas.

Prevenir é mais barato que remediar: notificações bem planejadas e registradas podem poupar tempo, dinheiro e reputação.

No texto sobre como notificações eficazes previnem litígios, você encontra exemplos de políticas que deram certo.

  • Elabore templates de notificações mais claras e objetivas
  • Crie procedimentos internos para garantir que todo envio seja registrado e armazenado
  • Reforce nos contratos a previsão de comunicação formal por e-mail registrado

Conclusão: Automatize e transforme sua rotina

Ter uma plataforma completa, como a Escrybe, deixou de ser luxo e passou a ser necessidade para qualquer escritório que deseja transformar notificações em ganhos financeiros e proteção jurídica.

Quem automatiza, antecipa resultados. Quem padroniza, investe no futuro.

Se você ainda não conhece a Escrybe, convido a experimentar nossos serviços. Traga seu escritório para essa nova realidade e descubra como é possível transformar notificações em verdadeiros ativos de negócio em 2026. Venha conhecer nossa plataforma e faça parte dos profissionais que já estão colhendo esses ganhos.

]]>
Transformação no Direito: Como a Tecnologia Cria Oportunidades https://escrybe.com.br/blog/transformacao-no-direito-tecnologia-oportunidades/ Thu, 03 Jul 2025 14:43:49 +0000 https://escrybe.com.br/blog/?p=244

Transformação no Direito: Como a Tecnologia Cria Oportunidades

De repente, tudo começou a mudar. Os escritórios antes lotados de papéis agora têm mais telas do que estantes. Advogados trocam pilhas de jornais por softwares, audiências presenciais por videochamadas. Por vezes, parece assustador. Mas a tecnologia não veio só para desafiar. Ela está abrindo portas que muitos ainda nem perceberam.

Mudanças que já batem à porta

Não é impressão. O cenário jurídico brasileiro está mesmo em transformação. Segundo a OAB, mais de 80% dos escritórios de advocacia passaram a investir em tecnologia nos últimos anos. Não foi só por modismo, mas por necessidade.

A demora nos processos, a dificuldade para acompanhar prazos, a burocracia… Todos esses desafios parecem menores quando as soluções certas surgem ao alcance de alguns cliques.

Plataformas como a Escrybe colaboram nessa revolução, automatizando o envio de cartas, notificações, cobranças e intimações. Profissionais que antes gastavam horas redigindo e postando documentos hoje resolvem tudo em minutos — e com economia de recursos.

Advogado digitalizando documentos no escritório

O impacto real da tecnologia nas práticas jurídicas

É fácil falar de tecnologia, mas o que, de fato, está mudando? Algumas situações se tornaram quase corriqueiras e ilustram bem esse novo momento:

  • Gestão eletrônica de documentos: protocolos digitalizados, assinaturas eletrônicas e armazenamento em nuvem tornam o processo muito mais rápido e seguro. Este tema, inclusive, já foi aprofundado num artigo especial sobre o futuro do armazenamento legal.
  • API e automação de tarefas: plataformas integradas, como a Escrybe, entregam mais controle sobre o fluxo de comunicações jurídicas, permitindo o envio de cartas e e-mails registrados sem burocracia.
  • Atendimento remoto: clientes não querem mais se deslocar. Advogados vêm apostando em novos canais digitais, como mostra este artigo sobre como a tecnologia redefine o atendimento ao cliente.
  • Monitoramento de correspondências: para quem precisa de segurança e agilidade ao acompanhar prazos, soluções como o Virtual Box da Escrybe descomplicam o recebimento e a digitalização de documentos oficiais.

E há quem diga que personalização e atendimento humano perderam espaço. Discordo um pouco. O que mudou foi a forma, não a importância. O contato humanizado agora acontece em outras frentes — menos presencial, mas talvez mais próximo.

Novos modelos de negócios no direito

O formato tradicional dos escritórios tem sido questionado. Muitos profissionais já perceberam que o segredo está na inovação. Advogados autônomos, coletivos jurídicos e até departamentos internos de empresas buscam alternativas mais ágeis para sobreviver.

Plataformas como a Escrybe surgem dessa necessidade. Enquanto outros serviços até oferecem integrações ou digitalização parcial, a proposta da Escrybe vai além: integração direta com Google Docs, importação de planilhas, laudo técnico detalhado para envio de e-mail registrado e gestão completa de correspondências.

Isso coloca os clientes em situação de vantagem real. E, honestamente, depois de experimentar, fica difícil voltar para a rotina antiga.

Advogado enviando notificação digital pela internet

Novas habilidades para sobreviver (e liderar)

Não adianta resistir. O profissional que insiste apenas nos velhos métodos começa a ficar para trás. Segundo um levantamento recente do IBGE, mais de 70% dos escritórios que adotaram automação notaram avanço significativo nas atividades internas.

Já não basta dominar apenas leis e processos. Hoje, quem se destaca entende sobre gestão, negócios, ferramentas digitais e um pouco sobre automação. Aliás, há dicas valiosas sobre estratégias modernas fundamentais para advogados eficientes nesta nova era.

Um caminho que muitos seguiram foi a automação do escritório. Se este é seu foco, recomendo a leitura de um guia sobre automação que revoluciona até a gestão dos escritórios.

A atualização profissional virou obrigação diária.

O que parece desvantagem, a princípio, pode se revelar uma possibilidade rara de crescer mais rápido. O tempo “livre” que a tecnologia gera permite que advogados foquem no que realmente importa: estratégia, relacionamento com o cliente, estudo de casos mais complexos.

Talvez o maior obstáculo seja vencer a barreira do costume. Mas, quem dá o primeiro passo, dificilmente sente vontade de voltar atrás.

O futuro do direito: desafios ou oportunidades?

Será que a tecnologia vai tirar empregos? É uma pergunta difícil, apesar de recorrente. A resposta, na minha opinião, é que os avanços não substituem, mas sim transformam funções.

  • Novos cargos em tecnologia para advogados surgirão
  • Profissionais que sabem automatizar tarefas comuns terão mais tempo e reconhecimento
  • Modelos híbridos (presencial + digital) tendem a se tornar regra, não exceção
  • Empresas especializadas, como a Escrybe, permitirão até que pequenos escritórios compitam com grandes bancas

Em linhas gerais, resistir pode até ser possível, mas não garante espaço no mercado. Integrar ferramentas como as apresentadas pela Escrybe, por exemplo, é garantia de agilidade e menor risco de prejuízos por falhas humanas. Automatizar é se posicionar no topo dessa nova pirâmide.

A transformação não pede licença. Ela só avisa que chegou.

Quem vai liderar a próxima onda?

O senso comum diz que os maiores resistem. Mas, na prática, os primeiros a adotar novas soluções são os que lideram o setor transformado.

A Escrybe, ao automatizar comunicações jurídicas, aumenta não só a velocidade do serviço, mas também a qualidade e a segurança. A integração de tudo em uma única plataforma agiliza prazos processuais, reduz erros e libera agenda dos profissionais para tarefas estratégicas.

O convite agora é para repensar seu lugar nessa história. Você será espectador ou protagonista?

Mude antes que precise mudar.

Só existe um caminho para quem quer ser relevante: conhecer, experimentar e incorporar a tecnologia ao seu dia a dia. Descubra as soluções da Escrybe e veja como a inovação pode ser aliada — e não inimiga. Visite nossa plataforma, experimente nossos serviços, e faça parte dessa transformação. Porque, no fim das contas, a liderança pertence a quem ousa começar.

]]>
Notificação de Despejo: Modelo, Procedimentos e Direitos Legais https://escrybe.com.br/blog/notificacao-de-despejo-procedimentos-direitos-legais/ Mon, 30 Jun 2025 00:50:00 +0000 https://escrybe.com.br/blog/?p=240 A notificação de despejo costuma ser um tema delicado para locadores e locatários. O simples recebimento desse tipo de aviso costuma gerar dúvidas, insegurança e até desconforto, tanto para quem precisa enviar quanto para quem recebe. Esse cenário é mais comum do que parece, especialmente quando o acordo entre as partes se rompe, seja por inadimplência ou outros fatores. Neste artigo, você vai entender como funciona o procedimento da notificação extrajudicial de desocupação, o que diz a lei, e como proteger direitos ao longo do processo.

Transparência é o começo de qualquer solução.

Por que existe a notificação de despejo?

Antes de falar sobre os procedimentos, vale uma pausa. Por que, afinal, tantos contratos de locação terminam em notificações e conflitos? Existem muitos motivos, mas inadimplência, término do contrato ou descumprimento de cláusulas são as causas mais comuns. O fato é que a legislação brasileira busca equilibrar os direitos e deveres de locadores e locatários, mas nem sempre o diálogo é suficiente.

Em casos de impasse, a notificação prévia é um passo necessário e previsto em lei, antes de qualquer ação judicial. Sem essa comunicação, boa parte dos processos nem sequer pode ser iniciada. Segundo decisões recentes do Superior Tribunal de Justiça, a notificação formal é obrigatória, e serve como uma chance de acordo e regularização sem precisar entrar na justiça (veja detalhes).

Pessoa entregando aviso de desocupação em um apartamento

Quais as principais causas do despejo?

Os motivos para uma ordem de desocupação são variados. É quase impossível prever todos, mas alguns são mais recorrentes. Entre eles:

  • Inadimplência do aluguel ou encargos.
  • Descumprimento de cláusulas do contrato (uso indevido do imóvel, realização de obras sem autorização).
  • Fim do prazo do contrato sem interesse de renovação.
  • Necessidade de retomada do imóvel para uso próprio do proprietário, nos termos legais.
  • Rescisão unilateral, conforme prazos e regras previstos na Lei do Inquilinato (Lei 8.245/91).

Importante lembrar que o procedimento não deve ser feito de qualquer jeito. Uma notificação feita sem seguir os ritos legais pode ser contestada — e até anulada pelo judiciário.

Notificação extrajudicial: quando, como e por quê?

Seja pelo correio, cartório ou plataformas digitais como a Escrybe, a comunicação tem um papel de destaque em conflitos imobiliários. O envio de uma carta, telegrama ou até e-mail registrado pode ser decisivo para criar um registro do aviso. É o famoso “deixar tudo documentado”.

  • Permite que as partes tentem um acordo antes de recorrer à justiça.
  • Serve como prova documental, principalmente nos casos em que a comunicação do locador é questionada.
  • Resguarda direitos do proprietário e também do inquilino.

Além disso, em muitos casos, o simples recebimento desse aviso já faz o locatário buscar regularizar o débito e evitar o despejo. Segundo este guia sobre despejo iminente e seus prazos, o aviso prévio de 30 dias é básico — salvo exceções previstas em contrato ou em lei.

Procedimentos recomendados

Existem várias formas de formalizar esse aviso, mas os meios mais aceitos são:

  1. Carta registrada com aviso de recebimento (AR)
  2. Notificação via cartório de títulos e documentos
  3. Citação judicial (em caso de processo)
  4. Telegrama enviado pelo correio, com confirmação
  5. Plataformas digitais seguras — o e-mail registrado da Escrybe oferece validade jurídica, velocidade e economia para advogados e empresas

É importante lembrar que, ao emitir essa comunicação, o locador precisa especificar claramente:

  • Motivo da solicitação de desocupação
  • Prazos para regularização
  • Consequências do não cumprimento

Um aviso claro evita surpresas e conflitos maiores.

Se quiser entender mais sobre modelos e dicas, este conteúdo sobre direitos e deveres ligados à notificação aprofunda exemplos de situações e documentos utilizados.

O que diz a Lei do Inquilinato?

A Lei 8.245/91, conhecida como Lei do Inquilinato, é a referência principal em locações urbanas no país. O texto detalha prazos, direitos e obrigações de cada parte durante a vigência e a rescisão contratual. Veja alguns pontos de destaque:

  • Art. 6º e 7º: Permitem a denúncia unilateral do contrato, fixando os prazos de aviso prévio.
  • Art. 9º: Prevê hipóteses para rescisão, incluindo inadimplência e uso irregular do imóvel.
  • Art. 23 e 26: Determinam os deveres do inquilino quanto à conservação e devolução do imóvel.
  • Art. 62 a 66: Tratam especificamente da ação de despejo, inclusive da necessidade do envio de notificação prévia documentada.

No geral, a legislação garante equilíbrios: tanto o locador tem o direito de exigir a devolução, quanto o locatário pode contestar, especialmente se identificar abuso ou descumprimento do que está no contrato.

Contrato impresso de locação sobre mesa com documentos

Prazos e consequências: o que esperar em cada etapa

Receber ou emitir um comunicado desse tipo provoca ansiedade em qualquer um. Mas entender os prazos legais e as consequências de cada etapa pode ajudar a agir com mais calma e segurança.

Prazos para desocupação

  • Via de regra, o locatário deve ser notificado com, ao menos, 30 dias de antecedência para desocupar o imóvel. Em contratos por tempo determinado, pode haver prazos diferentes, sempre respeitando a lei.
  • Se houver inadimplência, muitos contratos preveem o chamado “prazo de purga da mora” — normalmente até 15 dias para quitar a dívida e evitar o despejo.
  • Propostas recentes, como o Projeto de Lei nº 3.999/2020, buscam reduzir a burocracia e permitir medidas extrajudiciais para acelerar o processo, com prazos de 15 a 30 dias dependendo do caso (análise detalhada).

Não cumprir esses prazos pode acarretar nulidade, atrasos e desgastes jurídicos.

Consequências jurídicas

  • Se o inquilino não desocupar voluntariamente o imóvel, o proprietário pode entrar com ação judicial de despejo.
  • Se a ação for procedente, o juiz pode estabelecer prazos diferenciados para saída, que variam conforme o tipo de contrato e motivo do despejo.
  • Em alguns casos, caso o locatário resista sem justificativa, pode ser obrigado a arcar com multas e despesas adicionais previstas em contrato.

Vale ressaltar: é sempre melhor tentar resolver sem litígio. Situações extremas, como remoção compulsória, são desagradáveis para ambos, além de custosas.

Direitos e deveres de cada parte

Quando se fala em locação, as responsabilidades estão claramente divididas. A Lei do Inquilinato é detalhada nesse ponto, mas, na prática, algumas dúvidas são bem comuns.

Obrigações do locador:

  • Garantir a posse do imóvel em condições de uso adequado.
  • Mantê-lo livre de vícios graves que impeçam sua utilização.
  • Respeitar prazos e não exigir a saída antes do período previsto, salvo exceções legais.
  • Realizar notificações formais antes de ingressar na justiça.

Deveres do locatário:

  • Pagar o aluguel e encargos em dia.
  • Utilizar o imóvel conforme o combinado e cuidar para não causar danos.
  • Devolver o imóvel nas condições recebidas, salvo o desgaste natural.
  • Notificar o locador sobre defeitos ou problemas estruturais.

Há casos em que ambas as partes descumprem deveres. Por isso, documentar os processos ajuda a proteger direitos e evita discussões longas — a importância da notificação extrajudicial é indiscutível nesse contexto.

Como deve ser devolvido o imóvel?

Muita gente pensa: basta entregar as chaves e pronto. Mas não é bem assim. O imóvel deve ser entregue nas mesmas condições em que foi recebido, descontando-se apenas o uso normal decorrente do tempo.

  • Reparos estruturais causados pelo uso indevido devem ser feitos pelo locatário.
  • Pequenas manutenções, pintura, consertos de danos visíveis são quase sempre exigidos na devolução.
  • A entrega das chaves deve ser acompanhada de vistoria — preferencialmente com laudo fotográfico ou relatório assinado por ambas as partes.

Negligenciar essa vistoria pode gerar disputas posteriores, até mesmo ações judiciais para cobrança de danos. Em situações de impasse, o proprietário pode reter valores da caução até que tudo seja resolvido.

Modelos e estrutura de carta de despejo

A redação deste tipo de documento não precisa ser rebuscada; objetividade é fundamental. No conteúdo sobre como redigir cartas de notificação persuasivas, você encontra dicas para tornar a comunicação mais clara e assertiva.

Em resumo, a notificação deve conter:

  • Data e local
  • Identificação completa do destinatário e do remetente
  • Descrição do imóvel
  • Citação do motivo do pedido de devolução
  • Prazos legais para regularização ou desocupação
  • Possíveis consequências em caso de não atendimento
  • Assinatura (manual ou digital, caso o envio seja eletrônico)

O importante é que o conteúdo seja direto, registrado e passível de comprovação futura. Serviços como o Virtual Box da Escrybe garantem que todas essas etapas — desde o envio até a guarda dos comprovantes — sejam feitas com segurança e praticidade.

Vistoria do imóvel e entrega de chaves

Despejo extrajudicial: cenário atual e novas propostas

Até pouco tempo, era consenso: para retirar um ocupante do imóvel, apenas a via judicial era possível. Mas isto vem mudando. Um dos principais avanços em trâmite é o Projeto de Lei nº 3.999/2020, que propõe a desjudicialização do despejo, principalmente quando há inadimplência. O objetivo é dar mais agilidade e menos custos tanto para locadores quanto para locatários (leia mais, análise).

A proposta prevê:

  • Envio de notificação formal (pelo cartório ou plataforma digital reconhecida) com prazo de até 30 dias para regularização.
  • Lavratura de ata notarial caso não haja resolução.
  • Possibilidade de requerer o despejo direto na justiça, caso o inquilino permaneça inadimplente ou não desocupe.

Esse movimento reflete a busca por soluções menos burocráticas, similares a sistemas já adotados em outros países. E plataformas como a Escrybe se destacam nesse contexto, por unir praticidade, validade jurídica e integração com sistemas usados por advogados e empresas.

Menos papelada, mais resultado.

Ajuda jurídica pode mudar o resultado

Receber um aviso assim ou ser obrigado a enviar pode dar a sensação de que “todo o poder” está nas mãos da outra parte. Mas buscar orientação jurídica muitas vezes faz toda a diferença. Advogados especializados conseguem analisar cláusulas, identificar abusos, sugerir negociações e garantir que o processo siga sem riscos futuros.

Além disso, o acompanhamento legal é fundamental para quem deseja contestar um despejo ou até mesmo negociar condições mais vantajosas. Se você está no papel de locador, pode receber orientações sobre meios mais seguros de envio, registro de provas e cumprimento dos prazos legais, temas que tratamos com profundidade no artigo sobre conflitos extrajudiciais e notificações.

Advogado orientando cliente sobre notificação de locação

Conclusão

A notificação para desocupar imóvel não é somente uma exigência da lei. Ela representa a chance de resolver conflitos sem litígios longos e desgastantes, garantindo que ambas as partes possam ter seus direitos preservados. Entender o que diz a legislação, os prazos e o modelo adequado para cada situação reduz riscos e abre caminho para soluções mais humanas.

Seja você locador, locatário ou advogado, busque sempre registrar cada etapa e recorrer a ferramentas confiáveis. Plataformas como a Escrybe vieram justamente para aproximar as pessoas da tecnologia e da segurança jurídica, unindo agilidade, economia e integração com seu dia a dia.

Não deixe sua decisão para depois: experimente nossos serviços e faça parte dessa nova fase da comunicação jurídica. Conheça a Escrybe e transforme a maneira como você envia e recebe notificações e correspondências!

Perguntas frequentes

O que é notificação de despejo?

A notificação de desocupação é um aviso formal, feito pelo proprietário do imóvel ao inquilino, informando que será necessário desocupar o imóvel em determinado prazo ou regularizar alguma situação, como o pagamento de débitos. Esse comunicado é obrigatório antes de iniciar uma ação de despejo e pode ser feito de várias formas documentadas – carta registrada, cartório de títulos e documentos, e até plataformas digitais com validade jurídica.

Como fazer uma notificação de despejo?

Para emitir esse comunicado, é preciso ser objetivo: identifique as partes, detalhe o imóvel, explique o motivo do pedido e defina prazos (geralmente 30 dias). O documento deve ser assinado e, idealmente, enviado por meio que gere prova do recebimento, como carta registrada, cartório ou serviços digitais com laudo técnico, como a Escrybe oferece. Nunca use apenas mensagens informais, pois elas podem não valer como prova em uma futura disputa.

Quais são os direitos do inquilino?

O locatário tem o direito de ser notificado com antecedência, de conhecer os motivos da solicitação e de contestar caso sinta que foi tratado de maneira injusta. Ele pode negociar prazos, regularizar débitos, ou contestar a ordem judicialmente se houver abuso ou descumprimento do contrato. Todo inquilino também tem direito a um prazo razoável para desocupar o imóvel, conforme legislação e contrato.

Quanto tempo leva um despejo?

O tempo varia conforme a causa, o contrato e o comportamento das partes. Em geral, após o aviso formal, o inquilino tem pelo menos 30 dias para desocupar voluntariamente. Caso seja necessário recorrer ao judiciário, o prazo pode se estender por meses, dependendo da justiça local e se o locatário decide contestar. Propostas de novas leis já sugerem prazos mais curtos para casos extrajudiciais, mas ainda há processos que podem demorar.

O que acontece se não responder à notificação?

Se o locatário não responder, regularizar a situação ou deixar o imóvel no prazo, o proprietário pode ingressar com uma ação judicial para forçar o despejo. O processo tende a ser mais rígido e pode envolver custos extras, multas e até um prazo menor para desocupação. Sempre é recomendável responder, tentar negociar ou buscar aconselhamento jurídico — ignorar o aviso costuma trazer mais complicações do que soluções.

]]>
Automação Jurídica: 7 Passos Para Otimizar Seu Escritório de Advocacia https://escrybe.com.br/blog/automacao-juridica-7-passos-para-otimizar-seu-escritorio-de-advocacia/ Mon, 23 Jun 2025 00:50:00 +0000 https://escrybe.com.br/blog/?p=238 A transformação digital chegou à advocacia com força. Impressoras e pilhas de pastas deram lugar a sistemas que integram tarefas, reduzem falhas e aceleram processos. Uma nova geração de advogados está descobrindo que adaptar-se a esse novo cenário é, não apenas mais confortável, como também vantagem competitiva clara. Só que, entre a motivação para mudar e a aplicação real, existe um caminho repleto de dúvidas e até algum receio.

O artigo de hoje é um convite para refletir — sem pressa, sem promessas vazias, mas com argumentos sólidos e algumas histórias do cotidiano — por que e como a automação pode transformar seu escritório, sua renda e seu bem-estar profissional.

O cenário: por que automatizar agora?

Não dá para ignorar: a advocacia está mudando. Escritórios que já usam sistemas inteligentes para gerenciar correspondências, digitalizar documentos e acompanhar prazos tendem a se destacar no mercado.

A mudança já começou. O primeiro passo vem antes da decisão: é a dúvida se vale mesmo a pena.

Advogados em um escritório digital usando computadores e telas grandes Segundo dados divulgados pela Clio, 89% dos profissionais do direito reconhecem que o setor pode melhorar significativamente com tecnologia. Ou seja, boa parte dos concorrentes já considera a automação jurídica inevitável. E se você está começando a pesquisar sobre o tema, está em sintonia.

Mas não adianta digitalizar processos apenas para parecer moderno. A verdadeira transformação tem que facilitar, melhorar a experiência para quem trabalha no escritório e para o cliente. Uma mudança que deve respeitar seu ritmo, seu público e, claro, seu orçamento.

Passo 1: entenda a automação como aliada, não substituta

Mesmo quem já domina a área sente algum receio: será que um software pode mesmo executar tarefas que rendem honorários? Será que o cliente vai perceber menos valor no serviço se tudo estiver mais “automático”? Essas dúvidas são comuns — e legítimas.

Mas um ponto precisa ficar muito claro: a automação veio para desafogar, não para substituir. Ela tira da rotina o que é repetitivo e suscetível a falhas humanas, mas não se propõe a substituir o raciocínio jurídico, nem a advocacia estratégica.

  • Softwares cuidam do operacional e dos controles;
  • Advogados mantêm o foco na análise do caso, na estratégia e no contato humano com o cliente.

Não é só ter uma ferramenta, é encontrar tempo e energia para advogar melhor.

Plataformas como a Escrybe aparecem exatamente nesse contexto, como parceiras para dar conta das tarefas mecânicas que consomem tempo e foco dos advogados, permitindo que os profissionais se dediquem ao que realmente importa.

Passo 2: avalie o ponto de partida do seu escritório

Cada escritório tem uma forma diferente de funcionar. Alguns já usam sistemas para organizar documentos. Outros, ainda registram tudo na agenda física. Entender em que estágio você está é fundamental para mapear os próximos passos.

Pergunte-se:

  • Quantas horas do mês sua equipe gasta com alimentação de planilhas?
  • Quantos processos ainda dependem de papel?
  • Quantos prazos já escaparam por erro humano?
  • Suas notificações e correspondências judiciais são feitas de forma manual ou já existe integração?

Pode parecer óbvio, mas quantificar essas atividades vai mostrar onde a automação fará mais diferença. Há escritórios perdendo dinheiro — ou adotando soluções caras demais para a realidade deles — por não mensurarem o próprio funcionamento. Optar por iniciar a automação pela comunicação, por exemplo, pode ser mais econômico do que automatizar o financeiro inteiro.

Aqui vale conhecer relatos de mudanças reais na gestão de escritórios de advocacia e como a tecnologia pode ser implantada respeitando o contexto de cada equipe.

Passo 3: invista em gestão e digitalização de documentos

Se há algo que todos os advogados já viveram, é gastar tempo procurando arquivos, anexos equivocados e documentos perdidos em e-mails. A digitalização não é apenas uma conveniência: é uma barreira contra erros, extravios e até ações trabalhistas, pois garante que tudo esteja acessível com poucos cliques.

  • Contratos em nuvem limitam o risco de vazamentos ou alteração não-autorizada.
  • Ferramentas como Virtual Box, da Escrybe, ainda cuidam do armazenamento, organização e digitalização de correspondências recebidas e enviadas.
  • Importação automática de dados elimina retrabalho ao migrar planilhas para o sistema de gestão.

Documentos jurídicos sendo digitalizados em um scanner Segundo especialistas em digitalização, armazenar arquivos de maneira organizada e online reduz perdas, facilita auditorias e permite respostas rápidas a clientes e órgãos públicos.

O digital não esquece arquivos, nem deixa contratos sumirem.

O mais interessante é que, sem grandes investimentos, já se percebe ganhos quase imediatos em confiança dos clientes e em transparência administrativa — basta um sistema que centralize documentos e garanta backup constante.

Passo 4: automatize o envio de notificações e correspondências

Praticamente todo advogado ou advogada já perdeu horas (ou dias) monitorando a entrega de notificações extrajudiciais ou aguardando o retorno do correio. É uma rotina exaustiva, que não agrega valor direto ao resultado do processo.

A boa notícia é que essa é uma das áreas em que a automação mostra resultados visíveis rapidamente. Ao usar softwares com integração direta ao Correios, como a própria Escrybe, perde-se menos tempo aguardando prazos, e o acompanhamento do status de entrega se torna automático.

  • Notificações e intimações podem ser programadas em lote, personalizadas para cada destinatário;
  • Acompanhamento de AR (Aviso de Recebimento) digital, sem necessidade de arquivar papéis;
  • Opção de e-mail registrado, que oferece validade jurídica reconhecida e mais rapidez que cartas físicas.

Envio digital de cartas e correspondências no computador Segundo especialistas em comunicação jurídica, automatizar comunicações elimina atrasos, reduz custos e ainda melhora a reputação do escritório, pois o cliente percebe agilidade — e isso fortalece o vínculo de confiança.

Ainda que existam concorrentes no mercado, a Escrybe se diferencia por oferecer API aberta, integração total com Google Docs, importação de planilhas e a solução Virtual Box, além de atendimento humano e especializado para tirar dúvidas. Poucas plataformas vão tão longe na experiência completa de envio e acompanhamento de correspondências, tudo em ambiente digital, seguro e auditável.

Passo 5: aplique inteligência artificial para análise e jurimetria

Uma das grandes vantagens da tecnologia é a capacidade de identificar padrões invisíveis à análise humana comum. A inteligência artificial já está presente em diversas etapas dos processos jurídicos, inclusive na análise de documentos, extração de dados relevantes de contratos e, mais recentemente, em previsões jurídicas (jurimetria).

  • Ferramentas de IA podem comparar jurisprudências em segundos;
  • Analisar padrões de decisões dos tribunais;
  • Indicar a probabilidade de êxito em determinada ação, baseando-se em grandes volumes de dados reais.

De acordo com especialistas em jurimetria, sistemas baseados em estatística ajudam escritórios a planejar melhor cada passo dos processos, reduzindo custos e evitando riscos desnecessários.

O futuro do direito já é digital — e a jurimetria será tão comum quanto a procuração assinada.

Mas atenção: há desafios a serem superados. A adoção de IA implica em integração cuidadosa com os sistemas existentes, treinamento da equipe e respeito à LGPD. Especialistas em automação com IA lembram que a tecnologia precisa ser supervisionada para evitar vieses e garantir decisões éticas. E nesse quesito, plataformas como a Escrybe têm um diferencial: preocupação constante com compliance e apoio ao usuário durante toda a gestão digital do escritório.

Passo 6: implemente métricas e indicadores de desempenho

Não adianta automatizar se não houver critério para medir os avanços. Sem indicadores, pequenas melhorias passam despercebidas — e eventuais problemas crescem sem que ninguém perceba. Por isso, a adoção de métricas adaptadas ao universo jurídico faz toda a diferença.

  • Painel digital com métricas de desempenho jurídico Volumetria (quantidade de processos movidos, respondidos ou encerrados em determinado período);
  • Tempo médio de resposta a clientes;
  • Taxas de sucesso em notificações e intimações;
  • Índice de documentos digitalizados e armazenados corretamente.

Segundo especialistas em produtividade jurídica, só é possível melhorar aquilo que se mede. E, nesse ponto, plataformas completas permitem a visualização clara desses números — inclusive para tomar decisões gerenciais, reavaliar investimentos ou ajustar processos internos.

A Escrybe, mais uma vez, se destaca ao permitir a geração automática de relatórios, integração com planilhas, Google Docs e até API para quem precisa cruzar dados com outros sistemas administrativos.

Passo 7: aposte em comunicação integrada e experiência do cliente

No fim do dia, o que determina a sobrevivência e o crescimento de um escritório são os relacionamentos. Clientes querem não apenas bons resultados, mas também rapidez, transparência e facilidade no acompanhamento de suas demandas.

  • Ferramentas integradas de comunicação permitem envio de notificações, informes de andamento e coletam retornos sem depender do tradicional “vai e vem” de e-mails perdidos;
  • Atendimento automatizado, mas humanizado: respostas automáticas para dúvidas simples, deixando para o advogado apenas os casos complexos ou sensíveis;
  • Virtual Box, por exemplo, oferta ainda o serviço de gestão inteligente do fluxo de correspondências, garantindo que nada se perca e que o cliente seja sempre informado.

Plataformas como a nossa já demonstraram, na prática, que clientes satisfeitos indicam o escritório, aumentam a permanência e se tornam parceiros para a vida toda. Não se trata de robotizar o atendimento, mas de criar tempo para o que realmente faz diferença.

Os benefícios da automação jurídica, como aumento de eficiência, redução de erros e melhoria no relacionamento com clientes, já foram destacados em diversos estudos (veja mais).

Ao implementar sistemas modernos, desde comunicação automática, controle de documentos a métricas gerenciais inteligentes, cada advogado passa a investir o que tem de mais precioso: o próprio tempo, em ações que impactam, de fato, seu sucesso e o dos clientes.

Ferramentas e boas práticas para automação jurídica

Muita gente pensa que, para implementar uma jornada digital, é preciso começar do zero. Pelo contrário. O mais prático é escolher ferramentas que conversem entre si, respeitando o estágio atual do seu escritório.

  • Sistemas de gestão documental, como o Virtual Box, integram digitalização, armazenamento em nuvem e organização automática de títulos e correspondências;
  • API aberta e integração com soluções como Google Docs e planilhas, tornando possível centralizar informações e eliminar retrabalho ao alimentar diferentes sistemas;
  • Envio de notificações registradas por e-mail ou carta — com laudo técnico que atesta envio, recebimento e abertura — traz agilidade e economia ao cotidiano;
  • Painéis de acompanhamento e relatórios automatizados para todos os indicadores de desempenho relevantes;
  • Treinamento regular de equipes e revisão das rotinas digitais para garantir o uso ético, responsável e seguro da tecnologia, adequando práticas à LGPD.

Com um salto de poucos meses, um escritório pode passar de processos fragmentados a operações robustas, unificadas e eficientes. Para quem deseja se aprofundar, há uma série de discussões valiosas em como a automação contribui para a modernização do setor e também vantagens claras da automação de processamento de correspondências.

Automatizar é ganhar tempo para advogar. O cliente sente e valoriza.

Papéis redefinidos: o advogado no centro da transformação

Ao contrário de cenários catastrofistas, nos quais a automação jurídica ameaça empregos e desumaniza relações, o que se observa na prática é o fortalecimento da função estratégica e do contato humano. O advogado deixa de ser “controle de prazos ambulante” e assume (finalmente!) o papel de consultor, planejador, conselheiro.

Dificilmente um cliente confiará grandes decisões a um sistema. Ele busca, sim, agilidade, mas não abre mão do olhar sensível, do conselho ponderado e da escuta ativa — papéis insubstituíveis e valorizados pela digitalização. A automação é uma aliada que libera o potencial intelectual do advogado.

Quem se adapta, cresce. Quem resiste por medo, aos poucos, vai se sentindo estranho num ambiente cada vez mais digital. A escolha é sua. Mas os melhores resultados estão justamente na interseção: tecnologia no suporte, pessoas no comando.

Conclusão

Adotar a automação jurídica não é uma aposta, mas uma escolha informada baseada nos resultados práticos. Sistemas inteligentes — como os oferecidos pela Escrybe — ajudaram e seguem ajudando dezenas de escritórios a criar operações mais ágeis, rentáveis e transparentes, sem abrir mão do toque humano e da ética.

Se o seu objetivo é advogar com mais tempo, qualidade e segurança para os seus clientes, talvez este seja o momento certo para dar o próximo passo. Convido você a conhecer as soluções da Escrybe, experimentar as ferramentas gratuitas, conversar com nosso time e transformar o dia a dia do seu escritório. O futuro é digital — e começa agora.

Perguntas frequentes sobre automação jurídica

O que é automação jurídica?

Automação jurídica é o uso de sistemas digitais e ferramentas tecnológicas para executar tarefas repetitivas, organizacionais ou administrativas dentro de escritórios de advocacia. Isso inclui desde gestão de documentos, envio de correspondências e notificações, até análise de dados processuais com uso de inteligência artificial. O objetivo não é substituir o trabalho intelectual do advogado, mas sim liberar tempo e reduzir falhas em processos manuais.

Como aplicar automação no meu escritório?

Aplicar automação começa por uma avaliação do que mais consome tempo e oferece risco de erro na rotina do seu escritório. O próximo passo é escolher ferramentas que integrem e digitalizem documentos, automatizem comunicações (como notificações e intimações) e tragam relatórios gerenciais. Plataformas como a Escrybe oferecem, por exemplo, importação automática de planilhas, API aberta, integração com Google Docs e controle de correspondências, facilitando a implementação mesmo para quem ainda está nos estágios iniciais de digitalização.

Quais são as vantagens da automação jurídica?

Entre as principais vantagens estão a redução de retrabalho, mais rapidez na comunicação com clientes e órgãos públicos, diminuição dos riscos de extravios ou falhas, facilidade em medir resultados via indicadores claros e possibilidade de dedicar mais tempo à atividade intelectual. Além disso, a experiência do cliente é aprimorada, pois os atendimentos e respostas tornam-se mais ágeis e precisos.

Quanto custa implementar automação jurídica?

O valor pode variar bastante conforme o tamanho do escritório, as funcionalidades desejadas e o número de usuários. No entanto, graças à concorrência saudável e à evolução das plataformas, há opções com custos acessíveis e até testes gratuitos. O mais indicado é iniciar por módulos essenciais (como gestão de documentos e envio de correspondências) e ir evoluindo conforme a necessidade. No longo prazo, a economia gerada tende a superar o investimento inicial.

A automação substitui o advogado?

Definitivamente não. A automação existe para eliminar tarefas manuais, repetitivas e burocráticas, permitindo que o advogado atue nas funções de maior valor: análise estratégica, atendimento ao cliente e tomada de decisões críticas. O contato humano, a análise personalizada e o raciocínio jurídico continuam insubstituíveis, sendo apenas potencializados pelas facilidades digitais.

]]>
Notificação de Cobrança: Modelos, Como Enviar e Legalidade https://escrybe.com.br/blog/notificacoes-de-cobranca-modelos-como-enviar-legalidade/ Mon, 16 Jun 2025 00:50:00 +0000 https://escrybe.com.br/blog/?p=236 Falar sobre cobranças pode soar desconfortável, não dá para negar. O que nem todos percebem é que uma notificação de cobrança bem feita protege não só o credor, mas também ajuda o cliente a regularizar sua situação de maneira simples e respeitosa.

Cuidar do relacionamento faz toda diferença.

Quando uma pessoa ou empresa atrasa um pagamento, a maneira como somos abordados diz muito. Ser cobrado de forma agressiva ou fria costuma gerar afastamento e resistência — e é aí que mora um dos grandes erros em processos de cobrança tradicionais.

Neste artigo, trago boas práticas, sugestões de modelos, detalhes sobre a legalidade e, claro, algumas pequenas histórias reais que reforçam a importância de uma abordagem mais humana. Também mostro como ferramentas modernas — como a Escrybe — facilitam esse processo para advogados, empresas e profissionais liberais.

Por que a notificação de cobrança importa tanto?

Em tempos de crise, o número de pessoas endividadas alcança níveis alarmantes. Só para se ter ideia, quase 73 milhões de brasileiros estão nessa situação, segundo dados citados em matérias do Asaas sobre estratégias de envio de cobranças (Asaas destaca que quase 73 milhões de brasileiros). Parte disso se resolve na conversa, desde que seja conduzida com empatia e precisão.

Uma comunicação clara evita mal-entendidos e abre espaços para negociação. Ela mostra boa-fé, reduz conflitos e, segundo especialistas que tratam do tema, ajuda a manter o clima positivo para a retomada de parcerias futuras.

Outro ponto importante é a conformidade com a legislação. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) obriga o respeito à dignidade do devedor e proíbe práticas abusivas. Qualquer desvio disso pode comprometer ações de cobrança e até gerar processos judiciais.

Dois profissionais negociando cobranças e sorrindo.

Gestão de cobranças: caminhos para uma abordagem respeitosa

Se você já precisou cobrar uma dívida, sabe quanto isso pode ser delicado. A regra é: quanto menos constrangedor, melhor. Uma gestão adequada da cobrança requer organização, linguagem adequada e respeito absoluto ao cliente.

  • Estabeleça canais claros de contato: telefone, e-mail, carta, SMS e mesmo aplicativos de mensagem podem ajudar em diferentes etapas.
  • Respeite o tom: uma notificação jamais deve constranger ou ameaçar; o ideal é buscar um tom firme, porém educado e compreensivo.
  • Documente tudo: registro de todos os contatos e tentativas é fundamental para segurança jurídica e transparência.
  • Adapte os horários: limite as tentativas a horários comerciais, evitando finais de semana e feriados.

Transparência e respeito reduzem conflitos.

Plataformas como a Escrybe automatizam essa jornada, integrando diferentes canais, centralizando documentos e oferecendo ainda a possibilidade de acompanhamento, digitalização de ARs e registro dos e-mails enviados e abertos, o que é essencial para quem precisa de provas em processos judiciais.

Modelos de carta de cobrança: inspiração e personalização

Ninguém gosta de receber mensagens genéricas. Personalizar é importante não apenas pelo resultado, mas pela relação de confiança que se constrói. Vou sugerir algumas ideias práticas, mas lembre-se: adapte ao seu estilo e à realidade do devedor.

Modelo 1 – Tom suave (para primeira cobrança):

Prezado(a) [nome do cliente], Identificamos o vencimento do pagamento referente ao serviço/produto [inserir descrição] em [data]. Talvez tenha sido um esquecimento, por isso reforçamos a importância dessa regularização. Fique à vontade para entrar em contato caso haja dúvidas ou precise negociar os valores. Agradecemos sua atenção, equipe [nome da empresa].

Modelo 2 – Tom intermediário (segunda ou terceira cobrança):

Olá [nome do cliente], Lembramos que a pendência da fatura [detalhar] em aberto desde [data] pode gerar encargos adicionais. Para evitar restrições ou ações legais, sugerimos regularizar o mais breve possível. Caso tenha dificuldades, podemos buscar juntos a melhor solução. Atenciosamente, [nome da empresa].

Modelo 3 – Tom formal (última tentativa antes de medidas jurídicas):

Prezado(a) [nome do cliente], Este é um último contato referente ao débito identificado na fatura nº [detalhar], vencida em [data]. Ressaltamos que persistindo a inadimplência, poderemos tomar providências legais cabíveis. Para evitar transtornos, sugerimos o contato imediato pelo telefone [xx] ou e-mail [xx]. Cordialmente, [nome da empresa].

Empresas como Vindi reforçam a importância de mensagens bem estruturadas e padronizadas, usando canais como e-mail e SMS (Vindi enfatiza a importância de mensagens de cobrança bem estruturadas). Mas, aqui, a Escrybe vai além ao permitir agregar laudo técnico e integração automática com outros sistemas, trazendo mais segurança e agilidade no processo.

Ferramentas de envio: SMS, e-mail e cartas com registro

O jeito de cobrar mudou bastante. Agora, temos ferramentas variadas — e a escolha do canal muitas vezes muda conforme o perfil do devedor e a etapa da cobrança. Dados consolidados pelo Asaas mostram que empresas que usam e-mail, SMS, WhatsApp e mesmo chamadas de voz conseguem melhores índices de recuperação (Asaas oferece diversos canais para notificações de cobrança).

Envelopes sobre uma mesa com computador ao fundo.

O grande diferencial dos últimos anos é o envio digital com validade jurídica. O e-mail registrado, por exemplo, pode servir como prova documental. A AR Online destaca o uso do Carimbo do Tempo da ICP-Brasil, tecnologia que garante a autenticidade e integridade dos dados, sendo aceito em processos judiciais. Escrybe oferece essa segurança com laudo técnico detalhado.

No fim, o que determina o sucesso na cobrança é escolher o canal certo, registrar a comunicação e garantir respeito ao destinatário.

A régua de cobrança: método para organizar e aumentar resultados

Uma das principais estratégias é a chamada régua de cobrança. Esse termo, talvez você já tenha ouvido por aí. Trata-se de criar um fluxo de contatos, com etapas automáticas, que vão desde lembretes amigáveis até avisos mais formais.

  1. Envio de lembrete antes do vencimento
  2. Mensagem de alerta no dia do atraso
  3. Contato personalizado por e-mail ou SMS
  4. Telefone ou carta formal, se necessário
  5. Última notificação extrajudicial antes de ajuizamento

O mais interessante é que sistemas como a Escrybe permitem organizar toda essa régua, integrar os canais e até importar planilhas, reduzindo o trabalho manual. O mercado até tem opções similares — Neofin, por exemplo, apresenta modelos prontos de notificações (Neofin disponibiliza modelos de notificações extrajudiciais) —, mas, sinceramente, integrar tudo de verdade num só lugar, só com a Escrybe.

Cobrança preventiva x cobrança reativa: entendendo a diferença

Nem toda cobrança surge porque o cliente é mal pagador. Muitas vezes, a pessoa só esqueceu ou sequer percebeu o boleto vencido. Por isso, distinguir entre cobrança preventiva e reativa faz sentido.

  • Cobrança preventiva: avisos enviados antes do vencimento, geralmente para lembrar e evitar que a pessoa caia na inadimplência.
  • Cobrança reativa: ocorre após o atraso, buscando negociar e regularizar a situação.

Na minha experiência, toda empresa que implementa alertas preventivos reduz a taxa de atraso e, nos casos de problemas, mantém ambiente mais amistoso para negociar.

Opções para renegociação: um caminho possível para todos

Sabe aquele cliente antigo que está passando por uma fase difícil? Dar opções é o segredo. Parcelamento, desconto para quitação à vista, extensão de prazo. Ter flexibilidade aumenta a chance de recuperar o crédito e reforça o vínculo para negócios futuros.

Inclusive, há muitos casos em que a notificação extrajudicial, mesmo quando mais formal, já resolve quase tudo, sem precisar recorrer à Justiça. Tem um conteúdo bem interessante sobre isso neste artigo sobre resolução de conflitos com notificações extrajudiciais.

Grupo em volta de uma mesa renegociando dívidas.

As plataformas digitais ajudam muito. Com poucos cliques, é possível enviar propostas de negociação, registrar retorno do cliente e gerar novos acordos automaticamente — função que, aliás, também é um dos diferenciais da Escrybe.

Legalidade das notificações de cobrança: pontos a observar

No Brasil, a notificação é absolutamente permitida pela legislação — desde que haja respeito ao dever de informação, sem ameaças, exposição indevida ou assédio. O CDC é claro: é vedado ao cobrador fazer cobranças vexatórias ou divulgar informações do devedor a terceiros (confira artigo sobre notificações extrajudiciais como ferramentas legais).

Outro aspecto pouco lembrado: notificações formais servem como prova em futuras ações judiciais — principalmente se houver registro de entrega, recebimento e abertura. Dica: notificações bem elaboradas previnem litígios desnecessários e economizam tempo e recursos.

Conclusão

Mais do que cobrar, fortalecer o relacionamento com o cliente é o que constrói reputação e abre portas no mercado. Não à toa, empresas e advogados que investem em meios modernos, personalização e registro seguro têm melhores resultados.

Notificação boa é aquela que resolve — e preserva.

Se você busca enviar cartas, e-mails registrados e gerir sua comunicação de cobrança com segurança e agilidade, conheça a Escrybe. Nosso sistema é direto, documentado e traz economia, especialmente pensado para advogados, empresas e prestadores de serviço que querem menos burocracia e mais resultado. O futuro das cobranças respeitosas já começou — que tal experimentar?

Perguntas frequentes (FAQ)

O que é uma notificação de cobrança?

Trata-se de uma comunicação formal, enviada por carta, e-mail ou outro canal, para alertar um cliente sobre uma dívida pendente. Ela serve para informar, lembrar e buscar uma solução amigável antes de outras medidas.

Como enviar uma notificação de cobrança?

É possível enviar por diversos canais, como carta, e-mail, SMS ou aplicativos de mensagem. O mais recomendável é registrar o envio e recebimento — a Escrybe, por exemplo, automatiza o processo e possibilita laudo técnico. Adapte o tom e o conteúdo ao perfil do cliente e siga a régua de cobrança para aumentar as chances de sucesso.

Notificações de cobrança são legais no Brasil?

Sim, desde que respeitem as normas do Código de Defesa do Consumidor e não exponham o cliente a constrangimento, assédio ou ameaças. É fundamental manter registros e agir com transparência.

Qual modelo de notificação de cobrança usar?

Não existe um modelo único. Use textos claros, objetivos e corteses. Comece com lembretes suaves, evolua para mensagens mais formais se a dívida persistir. Personalizar o texto aumenta a efetividade — os modelos compartilhados neste artigo servem como ponto de partida, mas adapte conforme cada situação.

Preciso contratar advogado para cobrar dívidas?

Não necessariamente. Notificações amistosas ou formais podem ser feitas diretamente. Contudo, em casos de inadimplência prolongada ou resistência do devedor, consultar um advogado pode ser importante para não errar nos procedimentos e garantir seus direitos.

]]>
Despejo Extrajudicial: Tudo Que Você Precisa Saber Sobre O PL 3.999/20 https://escrybe.com.br/blog/despejo-extrajudicial-pl-3999-20-tudo-sobre/ Thu, 12 Jun 2025 00:49:46 +0000 https://escrybe.com.br/blog/?p=234 Durante anos, quem precisava retomar um imóvel devido à inadimplência do inquilino enfrentava o percurso lento do Judiciário. Agora, com a aprovação do PL 3.999/20 pela CCJ da Câmara dos Deputados, um novo caminho surge para locadores e locatários: o despejo extrajudicial.

Se para muitos ouvir “despejo extrajudicial” ainda soa como novidade, vale ficar atento. A proposta muda a rotina de quem aluga e de quem advoga na área. A seguir, tento resumir as principais mudanças e como você pode se preparar para elas. Passei por isso recentemente no escritório: dúvidas, consultas, quase sempre uma resistência inicial ao novo. Mas é real: a lei avança, e precisamos acompanhar.

O que prevê o PL 3.999/20?

O PL 3.999/20 traz uma mudança prática para quem lida com inadimplência em locações urbanas. Agora, caso o inquilino não pague o aluguel, o proprietário pode retomar o imóvel por meio de notificação registrada em cartório. Isso mesmo: tudo sem necessidade imediata de processo judicial, pelo menos, se o locatário não contestar.

Procedimento mais ágil. Menos tempo de espera, menos burocracia.

O que muda na vida, de verdade, é o tempo de resposta. Com a notificação extrajudicial, enviada por cartório ou até mesmo de modo eletrônico, a desocupação pode acontecer de forma bem mais rápida.

Como funciona o despejo extrajudicial?

O principal do texto é o seguinte: ao constatar o atraso de aluguel, o proprietário pode buscar um cartório e registrar uma notificação de despejo. Essa notificação precisa ser entregue ao inquilino, que então terá um prazo de 15 dias corridos para quitar o débito ou desocupar o bem.

  • Caso o pagamento seja feito, o contrato segue normalmente.
  • Se o imóvel for desocupado dentro do prazo, encerra-se o processo sem necessidade de brigar na Justiça.
  • Se nada disso acontecer, aí sim será possível o pedido judicial.

É interessante notar que notificações eficazes conseguem evitar muitos litígios, uma economia de tempo e de dinheiro para ambas as partes.

Pessoa digitando notificação digital em um computador em cartório Notificação eletrônica: um avanço decisivo

Outra novidade interessante do PL é a possibilidade de realizar notificações eletrônicas. Isso traz rapidez e segurança para todos:

  • Reduz custos de envio físico, tradicionalmente altos.
  • Aumenta a rastreabilidade do processo (com confirmação de recebimento, por exemplo — algo oferecido inclusive pelo e-mail registrado da Escrybe).
  • Evita extravios e atrasos, comuns na correspondência convencional.

Inclusive, plataformas como a Escrybe já oferecem o serviço de notificações extrajudiciais com validade jurídica, aliando custo baixo, praticidade e rastreabilidade técnica — seja para indivíduos, empresas ou escritórios de advocacia.

O que acontece se o prazo terminar?

Chegado o 16º dia após a notificação, se o inquilino não pagou e nem desocupou, o proprietário poderá entrar com pedido judicial para desocupação compulsória. Ou seja: se o extrajudicial não resolver, volta-se ao Poder Judiciário — mas já com boa parte do caminho documentado (e talvez, mais simples de comprovar).

Documentação clara e bem apresentada pode ser a diferença entre meses e anos travado numa disputa.

A organização é peça-chave. Por exemplo, o Virtual Box da Escrybe armazena, digitaliza e gerencia os avisos e notificações abertas ou entregues. Isso pode evitar dores de cabeça futuras, principalmente para quem cuida de muitos imóveis ou processos.

Direito de devolução pelo inquilino

O PL não se esquece do locatário. O inquilino pode optar por devolver o imóvel diretamente em cartório, encerrando de vez a ocupação. Mas saiba: a dívida acumulada permanece. Pagar ou devolver não elimina a necessidade de ajustes financeiros pendentes — solucionar conflitos de pagamento exige estratégia e suporte jurídico qualificado.

Proprietário e inquilino negociando devolução de imóveis Atuação de escritórios de advocacia nesse novo cenário

Nesse novo ambiente, escritórios de advocacia se tornam ainda mais estratégicos ao cliente. Em casos de locações, cobranças e notificações, um acompanhamento técnico faz toda diferença. Áreas como direito civil, tributário e trabalhista precisam de atualização constante, inclusive diante das novas possibilidades do extrajudicial.

Eu, por exemplo, já recebi demandas emergenciais para elaboração de notificações, revisões contratuais e aconselhamento sobre prazos e documentos. Ter uma consultoria jurídica ágil, atualizada e alinhada com as ferramentas digitais é o que separa quem resolve do que permanece só no papel.

Por que escolher a Escrybe?

A Escrybe se diferencia oferecendo não só notificações personalizadas, mas também integrações (Google Docs, API, importação de planilhas) modernas e adaptáveis à rotina dos escritórios. Enquanto alguns concorrentes oferecem apenas o básico, aqui você conta com:

  • Validade jurídica comprovada tanto para notificações quanto para e-mails registrados.
  • Laudo técnico detalhado sobre envio, entrega e abertura.
  • Gestão automatizada das correspondências (com o Virtual Box, por exemplo).
  • Rapidez e economia no envio de cartas e telegramas.

Para quem deseja saber mais sobre os direitos e deveres em notificações de despejo ou quer transformar a rotina do seu escritório, a Escrybe oferece o suporte técnico e operacional para tornar cada passo mais simples.

Agilidade, segurança e tecnologia para notificações jurídicas: esse é o nosso compromisso.

A transição para procedimentos extrajudiciais está apenas começando. Conte com a Escrybe e conheça nossas soluções para advogados e empresas. Teste a plataforma, fale com nossa equipe e descubra uma nova forma de cuidar do seu escritório.

]]>